A dualidade é uma dança entre extremos, que falam de si mesmo

//A dualidade é uma dança entre extremos, que falam de si mesmo

A dualidade é uma dança entre extremos, que falam de si mesmo

Quando falamos de dualidade e unidade, parece que nos perdemos em terminologias quânticas, que têm sido usadas ultimamente e que muitos falam e poucos conhecem. Mas, realmente, se buscarmos a aplicação dessa palavra em nossa vida, veremos que ela está muito presente.

Eu gostaria que você parasse por um momento e pensasse sobre as coisas que você julga fortemente, que você julga em si mesmo e que você julga nos outros. Pensou? Agora observe e escolha um dos julgamentos: qual seria o seu oposto?

Agora que você escolheu um julgamento e seu oposto, faça o seguinte exercício: se o julgamento é sobre você, verifique se o oposto também existe em você. Se o julgamento é sobre outra pessoa, verifique se a sentença que você faz para ela também está em você e o mesmo com o oposto deste julgamento.

Se você não consegue entender, não se preocupe, talvez a resistência em vê-lo em você seja grande e, portanto, você não possa entendê-lo. Mas ainda que assim for, parabéns!! … você acabou de descobrir por onde começar a trabalhar em você…

Mas vamos continuar.

Depois de ter localizado o seu julgamento, convido-o a descobrir o que está por trás dele. Por exemplo: se você critica sua cunhada porque ela abandonou seu filho, e você se considera uma ótima mãe porque gosta de superprotegê-lo, estaríamos falando de cuidado excessivo em um extremo e falta de cuidado no outro. Ou se você julgar seu chefe arrogante e se considerar muito humilde, estaríamos falando de alta e baixa autoestima, respectivamente.

Estamos realmente em frente a uma mesma informação, apenas em diferentes graus. É impossível ser uma coisa sem ser a outra, a informação que é compartilhada é a mesma. Só que isso é mostrado em um extremo ou outro dependendo de quem observa e da situação concreta. A dualidade aparece no mesmo momento em que o julgamento aparece. Embora a informação seja neutra, observando-a sob nosso filtro de crenças, nós a enquadramos em um dos extremos.

É por isso que gosto de ver a dualidade como uma dança interna, em que os extremos de uma informação dançam entre si. Nos mostram aquela parte mais social que será admitida pela nossa família ou sociedade, sem parar nem mesmo um momento de dançar com sua parte mais escura e mais reprimida. Sem perceber que uma não pode estar sem o outra, que tudo é o mesmo e que só se expressa como uma dualidade quando projetamos nossas crenças nele.

Tenha em mente que não podemos reconhecer algo, isto é, uma informação, se não for parte de nós, portanto, só posso julgar aquilo que conheço. Então, eu pergunto a você, qual tem sido seu julgamento? Que extremo você reconhece em si mesmo?

Percebe o quanto de informações sobre você mesmo te rodeiam diariamente?

Por | 2019-03-01T09:30:29+00:00 março 1st, 2019|Blog|Comentários desativados em A dualidade é uma dança entre extremos, que falam de si mesmo

Este sitio web utiliza cookies para que usted tenga la mejor experiencia de usuario. Si continúa navegando está dando su consentimiento para la aceptación de las mencionadas cookies y la aceptación de nuestra política de cookies, pinche el enlace para mayor información.plugin cookies

ACEPTAR
Aviso de cookies

Price Based Country test mode enabled for testing Brasil. You should do tests on private browsing mode. Browse in private with Firefox, Chrome and Safari